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Do que falamos aqui

O Tiova Ponto nasceu de conversas em mercados, filas de CRAS e reuniões de conselho participativo. Percebemos que a cobertura sobre “governo digital” muitas vezes fica presa em Brasília, enquanto a experiência real acontece no balcão da farmácia popular, no aplicativo que trava na hora do pagamento ou no ponto de ônibus sem informação.

Publicamos notas curtas, apuradas com calma, sobre como a tecnologia pública chega — ou não — ao cidadão. Falamos de Gov.br, conectividade em bairros periféricos, transporte, saúde digital e programas que dependem de um smartphone que metade da população ainda usa com franquia limitada.

Não somos órgão oficial nem portal de reclamação. Somos um boletim de bairro ampliado: lemos editais, testamos serviços, ouvimos quem atende na ponta e traduzimos em linguagem direta. Se uma prefeitura lança app novo, perguntamos se a linha 427 aparece nele. Se o INSS muda procedimento, verificamos o que muda para quem só tem acesso pelo celular da filha.

Nossa redação é enxuta. Marina Costa acompanha portais federais e integração de dados. Rafael Souza cobre inclusão digital e infraestrutura de conexão nas cidades. Beatriz Almeida foca mobilidade urbana e serviços locais que dependem de tecnologia. Cada texto passa por revisão e pode ser atualizado quando o serviço muda — indicamos a data no rodapé da matéria.

Você pode acompanhar as publicações pelo arquivo de artigos, ler nossa política editorial ou escrever para [email protected] com pautas do seu território. Serviço público digital bom é aquele que funciona num dia chuvoso, com bateria fraca e sem paciência para formulário longo. É disso que a gente cuida.